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November 16 Turmas IntensivasPor que você não aproveita o fim do ano para avançar nos estudos de sua língua estrangeira?
Em pouco tempo, você poderá alcançar o nível desejado.
Garanta sua vaga nas turmas intensivas de final de ano.
[71]3271.0777 September 13 A ópera apoteótica do profeta operárioWladimir Cazé
Toni Couto
Entre luzes chapadas e microfonias ensurdecedoras, surge o profeta Tom Zé, com sua inteligência verbal e sua extravagância tropicalista (sim), na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador, numa tarde de domingo, ao terceiro dia de setembro do ano de 2006. O senhor gabiru, de quase 70 anos, começa a bradar pelo microfone suas ladainhas para jovens cabeçarati, rastafaris culturais e remanescentes da 5ª Parada Gay de Salvador. A banda aparece e a primeira música do show é "2001", música gravada pelo menestrel de Irará em 1968, em parceria com Os Mutantes.
Tom Zé diz:
- "Pára tudo. Agora vamos tocar a opereta-pagode. Esse show é do meu CD do ano passado: ‘Estudando o pagode: na opereta segrega mulher e amor’. Resumo da história: o homem está desanimado, andando maltrapilho, macambúzio. A mulher ficou independente, muito exigente. É por isso que o homem aqui está vestido de mendigo."
Ele aponta para Jarbas Mariz (percussão, cavaquinho). Fala:
- "Tá vendo esse sujeito? Tem cabimento um músico se vestir assim, um marmanjo desse?"
Justamente por nada ter cabimento é que o “mendigo” Tom Zé está ali, um brasileiro que o povo conhece bem! Entretanto, é curioso que a pobreza só tenha conquistado alguma apreciação no universo cult através de um porta-voz que precisou recomeçar sua carreira nos Estados Unidos para se realizar profissionalmente enquanto autêntico compositor maldito da música popular brasileira.
Seguem-se as harmonias tensas e aparentemente caótico-dissonantes que o ex-aluno de Koellroutter e de Smetak, na Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, criou para as composições da opereta-pagode. Canções difíceis, onde diversos ritmos de samba comparecem radiografados pelos sismógrafos da vanguarda e do repentismo atemporal. Entreouvimos estilhaços de samba-de-roda, samba-canção, samba-enredo e bossa nova (citados na letra Antonio Carlos Jobim, Baden Powell, Vinicius de Moraes, Menescal, Nara Leão).
Ele aponta para Luanda (vocal) e Cristina Carneiro (voz, teclados). Fala:
- "A mulher, não! A mulher aqui na ópera está vestida de operária!"
O argumento encenado prossegue, o homem propõe um tratado de paz com a mulher, para que vivam juntos. Brigam de novo. Nova reconciliação. Segue o baile.
A partir de um momento que não conseguimos lembrar, Tom Zé dá início a uma seqüência de canções do disco "Estudando o samba" (1976), reconstruído em comemoração a seu aniversário de 30 anos: "Hein?" (Tom Zé/Vicente Barreto), "Tô" (Tom Zé/Elton Medeiros), etc.
- "Em outubro deste ano, eu completo 70 anos! Vamos comemorar!"
A saga melódico-sentimental continua com um belo apanhado de composições conhecidas no universo cult. Pelo menos uma delas foi a pedido do público, a gritos e palmas: "Parque Industrial" (hino tropicalista gravado duas vezes em 1968: em "Tom Zé", seu primeiro álbum individual, e no antológico "Tropicália ou Panis et circensis", com Gal, Caetano, Gil, Duprat, Mutantes, Nara et alli.):
- "Retocai o céu de anil
Bandeirolas no cordão
Grande festa em toda a nação.
Despertai com orações
O avanço industrial
Vem trazer nossa redenção.
Tem garota-propaganda
Aeromoça e ternura no cartaz,
(...)
(...)
Porque é made, made, made, made in Brazil!!!."
Tom Zé de novo:
- "O Ministro da Cultura Gilberto Gil me convidou para fazer um discurso na ONU e eu vou fazê-lo aqui, para ver se vocês aprovam” - anunciou o velho profeta, às vésperas das eleições, prestes a rasgar seu terno de velcro durante a apresentação da música-discurso ‘Politicar’, do disco ‘Com defeito de fabricação’ (1998).
Tom Zé de novo:
- "Pára, que essa música já tá chata! Vamos tocar outra!”
Mais do que maestro do espetáculo, o comandante do palco se anima mais ainda e lança um desafio para o público:
- "Todo mundo diz que baiano é inteligente! Quero ver agora! Vamos compor uma estrofe AGORA! Se preparem!"
Na velha tradição do improviso!!?? Nos perguntamos, já arriscando adivinhar o tema musical que ele escolheria para pôr mote. Era... como é mesmo o nome? “Jimmy renda-se”: “Lá-lá-lá-lá-lá-lá-lá láááá!...” Que letra será que ele vai cantar em cima?...
A tarde parecia não ter fim, consideradas a quantidade de bis concedidos e a disposição física e criativa do artista, que gesticulava e se movimentava sem parar. Mas promessas ficaram não-cumpridas, a música que ele propunha que criássemos coletivamente naquele exato momento teve que ser adiada, porque a produção avisou que o horário estava encerrado, encerrado, encerrado...
A galera ficou com um gostinho de saudade na saliva, misturado com a realização de ter presenciado uma apoteose rara.
Vale ressaltar que, para participar do evento, foi necessário doar um livro e que Tom Zé fez questão de fazer sua doação no palco, entregando o seu “Tropicalista lenta luta” (publicado em 2003) – por sinal, uma ótima dica de leitura para quem quiser sentir a presença do artista durante mais algum tempo. September 09 Dificuldades de estabelecer certo e errado.Como o brasileiro, o moçambicano é um grande produtor de palavras ou de derivados de termos do português.
É comum verbos formados a partir de nomes:
esquinar = esperar (nas esquinas)
Há mesmo formas inexistentes no português de pura originalidade:
Chuvistegar = chuviscar
fonte: Língua Portuguesa|ano1| nº7 September 03 HAil to the Thief!Em menos de um mês teremos que votar.
[ ] ?
[ ] ??
[ ] ???
[ ] ?????
[ ] ?!
[ ] !
"Go & tell the king that
The sky is falling in When it's not Maybe not". [radiohead|2+2=4]
BAng!
August 29 GlotocídioVocê sabe o que é glotocida? Não?! É aquele quem pratica uma ação que mata uma outra língua. Hoje, num papo em sala de aula, nos perguntamos se os portugueses foram glotocidas quando aqui aportaram catequizando e ensinando o seu português aos índios. Foram glotocidas?
Atualmente, no Brasil, fala-se em torno de 180 línguas indígenas. Os principais troncos linguísticos indígenas são o Tupi e o Macrogê. O primeiro dá base a 40 línguas e foi a língua mais falada em toda costa quando chegaram os portugueses. Hoje, o Nheengatu é o principal representante do Tupi antigo e significa "língua boa". O Macrogê dá margem para mais 21 línguas, e ainda existem aquelas que ainda não se identificou seus troncos ou famílias.
Temos apenas 3 línguas indígenas documentadas:
1 - O Tupinambá, que possui gramáticas criadas pelos jesuítas. Só o Padre Anchieta escreveu quase 4.000 versos na Língua Brasílica.
2 - O Guarani, que foi documentada por volta do século XVIII.
3 - O Kiriri, que já é extinta e teve representates aqui no interior da Bahia. HOje, alguns descendentes tentam revivê-la.
Quando nos perguntamos sobre a quantidade de línguas existentes no mundo, a resposta é uma: existem muitas! Há mais de 6.000 línguas no mundo e só na África são faladas 2.000. Por isso, vamos dinamizar nossas línguas para que consigamos enxergar de outras maneiras este mundo que nos cerca.
August 11 A linguagem invisívelPor qual idioma passa o teu silêncio? A língua sibila solta entre as cáries esquecidas ou vibra instantes pela glote escura? O meu silêncio é tonal e os ouvidos não percebem as linhas emitidas. Os teus ouvidos não percebem as palavras invisíveis, a minha boca escancara-se num grito ensaiado, mas os dentes bloqueiam o ar corrompido. A palavra falseada, um idioma forjado. Em que idioma esconde-se teu poema? As mínimas metonímias grudam ao céu da boca, lêem o fulano morto, escancaram o escape sintático. Azedo, salgado. O amargo está no fundo da língua, no escuro da boca, o doce aponta a sorte da palavra empregada. O silêncio... o silêncio fala por todos, transita entre olhos, rostos e mãos. Por qual língua perpassa o teu silêncio?
Alexandre Coutinho. August 07 Alla mia nazionema nazione vivente, ma nazione europea: e cosa sei? Terra di infanti, affamati, corrotti, governanti impiegati di agrari, prefetti codini, avvocatucci unti di brillantina e i piedi sporchi, funzionari liberali carogne come gli zii bigotti, una caserma, un seminario, una spiaggia libera, un casino! Milioni di piccoli borghesi come milioni di porci pascolano sospingendosi sotto gli illesi palazzotti, tra case coloniali scrostate ormai come chiese. Proprio perché tu sei esistita, ora non esisti, proprio perché fosti cosciente, sei incosciente. E solo perché sei cattolica, non puoi pensare che il tuo male è tutto male: colpa di ogni male. Sprofonda in questo tuo bel mare, libera il mondo. -Pier Paolo Pasolini August 06 FLIP AMADIANAJá leu alguma obra de Jorge Amado, gosta dele? A FLIP, Festa Literária Internacional de Parati, que acontece este ano de 9 a 13/08, irá rediscutir os juízos de valor imputados à obra amadiana. Há quem o julgue apelativo, há quem goste da força política presente nas primeiras obras. Eu não pude lembrar de outra coisa, além de Antonio Balduíno, quando subi a Ladeira da Montanha pela primeira vez e, acredite, Salvador nunca mais foi a mesma para mim. Tudo bem, pode ter até outros nomes que me são mais caros, mas Jorge Amado é, indubitavelmente, um grande literato e merece referenciada atenção. Sua maneira de ver e retratar os baianos, principalmente aqueles que seguem à margem, ainda reverbera até hoje. Filmes, como Cidade Baixa, deixam escapar um inconfundível arquétipo amadiano, um misterioso cheiro de alfazema e mar. Um dos autores brasileiros mais traduzido, Jorge Amado já teve seus livros publicados em torno de 50 países e continua até hoje sendo referência para quem quer entender mais as peculiaridades do povo baiano.
Para quem se interessou pela festa, acesse: www.flip.org.br . Será o "Orixá vivo", assim chamada Mª Bethânia por ele, que fará o show de abertura da Flip no dia 9 às 21:30. Da próxima eu me programo!!!!
Literatura para olhos e ouvidos.
[A.C] August 05 Do you listen to the radio on line?July 24 e o professor dizia que preto era a ausência de cor...*
Fui de encontro ao costume das velhas, rompendo com o respeito ao dito das senhoras de xales encardidos e fiquei mesmo ali. Parado. Espiando o enterro sumir. No alto da rua de pedras lisas e vermelhas. Elas. As velhas. As senhoras. Me olhavam com espanto e rejeição. Pela minha falsa coragem de vê-los partir, com a caixa pesada nas mãos. Cadáver frio e pálido guardado. Roupas pretas também. Sob o sol das quinze horas. Forte. Que cozinhava os peitos das outras senhoras não tão velhas, caminhando em procissão fúnebre... Com choros latejantes. Narizes molhados. Desespero. Outras senhoras. Outros senhores. Num falso respeito pela vítima. E também essa, não tão vítima. Fora quase uma escolha. Desistir de fato dessa parte que nos cabe. Mesmo apertados. Como elefantes em caixas de sapato. E lá em cima, via cada pontinho preto. Todos murmurantes. Todos calados. Diversos muitos transeuntes, fingindo uma dor que não lhes pertencia. Um dia sim. Seria de todos. Um de cada vez. Para depois outro, e outro. E o sol ainda vinha horizontal, pervertendo por baixo da nuvem cinza contínua que dele não nos permitia ver nada que não fosse o calor da luz amarelada. Fazendo suar ainda os peitos das senhoras sofredoras. Das caladas e das desesperadas. Das contidas, das casadas... Das safadas. E os homens as acompanhavam, contando sobre casos parecidos. Outros casos que já haviam vivido. Em outros lugares. Outras cidades. Longes daquela. Mas muito parecidas. Como todas. Todas de preto... seguiam as velhas. Outras velhas nas portas, que saíram muito antes de apontarem muito longe as de preto. Mas eu fiquei ali. Esperando que sumissem no alto da rua. De pedras lisas, arredondadas. Vi as portas que se fecharam. Os olhos que apareciam por entre as frestas das janelas. As crianças curiosas. Vi todos. Vi o cadáver. Vi o homem que abriu os portões. Vi a frieza da terra que cairia por cima. Vi também os olhos molhados dos que sentiam. E dos que fingiam. *Postado por Bento Rodrigues.
July 20 Superman e o disfarce perfeito.Superman e o disfarce perfeito.
E eis que surge o escolhido, o único filho enviado à terra para manter a paz e a harmonia do mundo. Aquele que daria, sim, sua vida para salvar a humanidade. Em quem você pensou, em cristo?Falo de Kal-El ou Superman, ou se preferirem, Clark Kent. O homem com o disfarce perfeito,um óculos!
Fiquei embasbacado ao perceber a falta de perspicácia de pessoas tão perspicazes. Em todo o momento o superman está na televisão, é manchete do jornal onde ele próprio trabalha, fica lado a lado com sua própria imagem e... nada, ninguém percebe nada!!! Só para se ter uma idéia, Clark, depois de cinco anos viajando, reaparece na redação do planeta diário, enquanto o superman, depois de cinco anos desaparecido, reaparece nos céus da cidade. Quanta coincidência, não?!
Devo admitir que há algumas cenas cheias de adrenalina e que, certamente, obtiveram um grande furor da platéia a cada demonstração de força do Super-homem. Os momentos em que Clark relembra sua infância na fazenda, descobrindo-se e aperfeiçoando suas potências, também são deliciosos de serem acompanhados. A ironia é perceber que o Super-homem é cristão. Venhamos e convenhamos, ninguém agüenta mais este papo de pai que se torna filho e filho que se torna pai. Estaria o espírito santo voando com uma cueca por cima da roupa?
A melhor coisa a fazer é deixar estas questões esquecidas e curtir o filme, que está cheio de bons lances. Lex Luthor, com o ótimo Kevin Spacey, está em sua melhor forma e quase faz do mundo sua maquete. Lex, em parte, desvenda o mistério dos cristais e tenta criar um continente todo seu. Contei tudo?! Não se engane, é o Lex mais poderoso que já apareceu.
O filme, dirigido por Brian Singer (que foi o diretor dos dois primeiros X-Men), tem algumas surpresas que não contarei aqui. Para quem acompanhou a Liga da justiça e leu muitos HQ´s (isso sem contar o Superboy e Lois e Clark), tenho a certeza que vão se divertir com os vôos hight techs do filme. Para quem acompanha esporadicamente histórias de super-heróis, o divertimento é garantido, já que Superman Returns não deixa de ser um mero filme de entretenimento. Para aqueles que estalam lábios diante da postura politicamente-correta de Kal-El, torçam para que ele encontre mais Kriptonitas em seu caminho - se isso for possível.
Ao assistirmos o filme, há a certeza de que ele voltou no momento mais oportuno, em sua melhor forma, para combater qualquer tipo de ameaça iminente e manter Metrópoles isenta dos vilões, dos meteoros, dos carecas. Hoje e amanhã, Superman.
July 12 Curso de tradução e versão em italianoIdioma: Italiano
Público alvo: Estudantes ou falantes de italiano, que pretendem utilizar o idioma italiano para a prova de mestrado ou que pretendem seguir carreira na área de tradução.
Professora: Thaís Helena Bonini – Tradutora Juramentada e Intérprete Comercial
Duração: 8 semanas Dias e horários: Sábados, das 9h às 12h Início: 05/08/06 Término: 23/09/06 Valor: R$ 290,00 (2 x R$ 145,00) Desconto: 10% para associados da ATPIESP e seus dependentes e 10% para estudantes de italiano Contato: (11) 3021-6899/3481-4008 Local do curso: Rua Realengo, 126 – Alto de Pinheiros/SP Obs.1: Quem estiver interessado, favor enviar um e-mail, que mandaremos a programação do curso. Obs.2: Quem tiver interesse em outros cursos e outros idiomas, favor entrar em contato conosco. July 11 designer e internetPara aqueles que gostam de fuçar a net atrás de página interessantes e bem construídas, vai a seguinte dica:
Arte, designer...
a página contém vários livros-revista que podemos folhear figura por figura, ir e voltar.
Uma delícia July 09 Pensamentos sobre o Brasil e a língua portuguesaOs meus pensamentos sobre o Brasil e a língua portuguesa Kristiane Baur*
Agora eu sou, há quase quinze meses, aluna de novo. Eu quero e tenho que aprender a língua portuguesa porque, em fevereio do ano passado, eu mudei com minha família para Salvador no Brasil. Eu não sei se alguma pessoa pode imaginar o que essa mundança significa para uma família alemã, com três crianças de 9, 11 e 12 anos, que nunca antes morou no exterior e que só fala alemão e inglês – pelo menos os pais. Mas nós gostamos – às vezes – das aventuras. Então nós chegamos aqui, com um pouco de medo, mas a curiosidade foi mais forte. Muito rápido nós percebemos a importância da língua e começamos a estudar esta língua estranha, diferente – porque românica -, e difícil, também por causa da pronúncia. Precisei, por exemplo, de quase três semanas para aprender o significado das palavras “oxítona, paroxítona e proparoxítona” – exceto as regras! Sabe, a língua alemã não tem e não precisa dos acentos!!!
Então, nós sabemos que é necéssario estudar essa língua, embora temos situacões em que percebemos que tem pessoas brasileiras que não sabem falar ou conseguem entender a própria língua: freqüentemente nós recebemos três ou – às vezes – seis pães na padaria quando pedimos dez. Um exemplo dos pequenos desafios no Brasil, com que nós estrangeiros estamos confrontados.
Apesar de tudo, tomamos aulas e trabalhamos muito – basicamente para nos comunicar com as pessoas: fazer as compras, falar com os funcionários, comentar os jogos de futebol, e o mais importante, para se sentir bem nesse ambiente estranho.
Naturalmente a vida e a cultura aqui na Bahia são totalmente diferentes, às vezes também alarmantes (sobretudo na questão da segurança), mas se você pode se comunicar com as pessoas brasileiras, você pode aprender mais rápido o comportamento adequado e oportuno, e situações estranhas não provocarão mais um sentimento de insegurança. Você é capaz de ver o lado positivo ou aventureiro de uma situação, - e se estiver com dúvidas poderá perguntar.
Agora – não só por causa da vingança – eu começo a dar aulas da língua alemã! Você não pode imaginar como satisfatória e agradável são as dificuldades de alguém que quer aprender uma língua estrangeira – mas agora eu fico no outro lado – no lado certo!!
* Kristiane Baur é alemã e estuda português conosco há pouco mais de um ano. July 02 ARMY RESERVEPara quem gosta de Rock,vai a seguinte dica: Army Reserve, música do novo cd do Pearl Jam. O disco ainda está quentinho,
cheirando à novidade até para os mais fanáticos. Eu, que não tenho um contato muito íntimo com a banda, delirei diante da beleza desta música. E acredite que não é cd de uma música, percebi que entrarei numa de descobrir faixa por faixa em
paixões semanais, diárias, quando não eternas.
Para quem quiser saber mais, faço o convite a acessar o site da banda e conhecer as
ações políticas e não governamentais a que ela se propõe também.
ARmy||rEServE.
How long must she stand
Before the ground, it gives way To an endless fall She can feel this War on her face Stars on her pillow Folding in darkness Begging for slumber I'm not blind I can see it coming Looks like lightning In my child's eye I'm not frantic I can feel it coming Violently shakes My body Her son's slanted Always giving her The sideways eye An empty chair where dad sits How loud can silence get? And mom, she reassures To contain him But it's becoming a lie She tells herself And everyone else Father is risking His life for our freedoms I'm not blind I can see it coming Looks like lightning In my childs eye I'm not frantic I can feel it coming Darling you'll save me If you save yourself [VEDDER/D. ECHOLS]
June 30 Novas Turmas/2006Falando em línguas e palavras...
Não deixe de fazer aquele idioma há tanto sonhado. Abertura de novas turmas para o segundo semestre de 2006 com preços promocionais. Informe-se e garanta a sua vaga!
Idiomas: Alemão Francês Inglês Italiano Espanhol Português
conexaoidiomas@conexaoidiomas.com.br
Texturas CorporaisMETALINGUAGEM
a palavra primeira
na ponta da pena,
no póro da pele,
aponta o corpo.
__ decalca o espírito
trancado entre os dedos,
os vãos nas entrelinhas,
o dito pelo não dito.
percorro encostas
asas...
descubro um outro corpo
por trás das palavras.
uma língua de nanquim
perpassa o epitélio,
o seio,
o mistério.
-MArtim Dédalus- |
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